Distrital do PSD de Portalegre junta-se às restantes estruturas distritais e regionais do partido para manifestar «total apoio» a Luís Montenegro

As Comissões Políticas Regionais dos Açores e da Madeira e Distritais do PSD, incluído a de Portalegre, manifestaram esta quarta-feira, dia 5, «total apoio» ao Primeiro-Ministro Luís Montenegro e ao Governo, na sequência das recentes polémicas que envolvem o líder do executivo.

«Temos um primeiro-ministro que, mais que idóneo, é exemplar na forma como se submete ao escrutínio público, na forma como presta contas ao País com total transparência, respeita as regras que regulam o conflito de interesses, pelo que expressamos o nosso total apoio ao primeiro-ministro Luís Montenegro e ao Governo que lidera», lê-se no último parágrafo de um comunicado divulgado hoje.

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As estruturas do PSD referem que «assistimos a um feroz ataque à idoneidade do primeiro-ministro de Portugal», pelo que «à falta de razões para atacar as políticas, ataca-se o político».

Consideram ainda que a apresentação de «duas moções de censura num espaço de cerca de 15 dias, apresentadas pela extrema-esquerda e pela extrema-direita, a que acresce a ameaça de uma comissão parlamentar de inquérito feita pelo Partido Socialista, são sinais de uma gravíssima irresponsabilidade da oposição perante o contexto geopolítico global».

Os dirigentes regionais e distritais do PSD afirmam ainda que «quando um líder partidário ainda antes de ser candidato e muito antes de ser primeiro-ministro se desvincula de vínculos societários e profissionais que, legitimamente, exercia antes de o ser e nenhum ato pratica depois de empossado na liderança do Governo que possa colidir com aquelas anteriores actividades, não se consegue perceber o que de errado possa ter feito nem o que devesse fazer de diferente do feito. A política é um serviço e não uma profissão. É saudável para a democracia poder contar com políticos experientes, com passado e provas dadas nos sectores público ou privado, mas também com futuro, sem dependerem da política».

Neste âmbito, referem, «Luís Montenegro sempre separou a sua vida profissional da política e não pode ser censurado tão só porque teve vida profissional antes do desempenho político», pelo que «não podemos aceitar que crie um parâmetro de governante que afaste da vida política todos quantos não se limitam a uma carreira política».

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