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Os trabalhadores da Administração Pública cumprem esta sexta-feira, dia 18, uma greve convocada pela Frente Comum, afecta à CGTP, exigindo um aumento salarial para fazer face à inflação. No distrito de Portalegre, de acordo União dos Sindicados do Norte Alentejano (USNA), o protesto teve impacto nos sectores da educação, saúde e serviços.

De acordo com os dados divulgados ao início desta tarde pela estrutura sindical, em todo o distrito a greve dos trabalhadores da Administração Pública levou à suspensão das actividades lectivas em 11 dos 15 concelhos.

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Já no sector da saúde «também se registou uma elevada adesão», sendo que «no turno da noite o Hospital de Portalegre esteve a funcionar em serviços mínimos em praticamente todos os serviços e no turno da manhã registaram-se percentagens de adesão entre 50 (Bloco Operatório, Psicologia, Oncologia e Paliativos) e 100% (Internamento), sendo de destacar o encerramento do serviço de Consultas Externas. Ainda no sector da saúde verificou-se o encerramento do serviço de Pedopsiquiatria em Portalegre devido à greve e percentagens de adesão diversas que chegam aos 100% em determinados serviços dos Centros de Saúde como foi o caso dos Assistentes Técnicos no Centro de Saúde do Crato»,

A USNA refere ainda que «há trabalhadores em greve em todos os serviços da Administração Pública Central desde a Segurança Social (Centro Distrital em Portalegre e Ponte de Sor), Finanças, Registo Civil, SEF, Tribunais Civis com adesões entre os 38 (Portalegre) e os 83% (Elvas), destacando-se ainda uma percentagem de adesão de 80% no Tribunal de Trabalho em Portalegre»

Entre os trabalhadores das autarquias locais, «as maiores taxas de adesão registaram-se nos Municípios de Nisa e Gavião (75%) e também Ponte de Sor (70%). Em Avis não houve recolha nocturna de resíduos.

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