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A concelhia de Portalegre do CDS-PP reagiu na tarde desta segunda-feira, dia 6, à nomeação de Nuno Lacão como vereador em regime de permanência, decisão da qual o partido «se distancia e repudia».

Em comunicado enviado ao nosso jornal, o partido começa por lembrar que «nas últimas eleições autárquicas, em coligação com o PSD, optou por escolher e apoiar uma candidatura que trouxesse um novo rumo, uma nova orientação para a gestão do município, que devolvesse a Portalegre o rumo certo», sendo que essa escolha «foi a vencedora dessas eleições, protagonizada pela Eng. Fermelinda Carvalho».

Assim e no entender o CDS, «optar por convidar o Eng. Nuno Lacão, eleito pela CLIP, para assumir funções e pelouros no actual executivo é um regresso a um tempo muito recente que a população de Portalegre dispensa e a uma forma de estar em política que o CDS muito claramente se distancia e repudia», lê-se no documento.

Prova disso, segundo o CDS, é «o trabalho (não) feito nos pelouros que assumiu durante a gestão CLIP e que nefastamente tanto prejudicaram o Município de Portalegre».

«Bem sabemos que estamos em época Natalícia, mas não precisávamos deste presente», afirma o CDS, acrescentando que «maiorias, pontes de entendimento e acordos, fazem-se com diálogo e com posições que permitam atingir objectivos comuns e, neste caso, vantajosos para os nossos munícipes. Aqui não é o caso, onde os objectivos de um projecto são claramente antagónicos com os objectivos pessoais de outro».

«Desta forma, distanciamo-nos e repudiamos veementemente esta decisão», refere a concelhia de Portalegre do CDS.