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O Comando Distrital de da PSP está intensificar as acções de patrulhamento e fiscalização das áreas florestais existentes na sua área de jurisdição, nomeadamente nas cidades de Portalegre e de Elvas.

Esta intensificação das acções de vigilância, que teve início às 00h de dia 11 de Julho, vai prolongar-se até às 23:59 horas do dia 15 de Julho, sendo que depois deste período, não havendo ordens em contrário, a PSP voltará aos moldes habituais de patrulhamento destas áreas para este período do ano.

 As acções, efectuadas através de patrulhas móveis em viaturas policiais caracterizadas e também com recurso a meios aéreos, mais concretamente através de “drones”, destinam-se a fiscalizar o cumprimento das medidas constantes do n.º 2 do Despacho supracitado, nomeadamente a proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais; a proibição da realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração; a proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com excepção dos associados a situações de combate a incêndios rurais, a proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal e ainda a proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.

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Para além destas acções, o Comando Distrital de Portalegre da PSP faz ainda saber que se encontra «em elevado grau de prontidão e resposta operacional, e que o seu efectivo foi já notificado de que poderá ver as suas licenças, folgas e outros períodos de descanso suspensos, caso se venha a verificar tal necessidade», lê.se num comunicado.

Tendo em conta esta situação excepcional motivada pela onde de calor que se faz sentir, a PSP apela a todos os cidadãos para que «cumpram as medidas elencadas no Despacho que acatem as ordens e orientações das forças de segurança e de todos os agentes de protecção civil, porque, afinal, “Portugal sem fogos depende de todos”».