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O concelho do Crato acolheu 23 refugiados do conflito na Ucrânia numa articulação entre a Câmara Municipal, as Instituições Particulares de Solidariedade Social, a Segurança Social, o IEFP, os Bombeiros e as paróquias locais.
O Município disponibilizou apoio logístico, transporte e acompanhamento técnico para acolher, acomodar e orientar a vida das famílias, que ficaram alojadas em três locais distintos no concelho.
De acordo com a autarquia, será dado apoio psicológico, médico e providenciadas condições de acomodação e habitabilidade, e as crianças em idade escolar farão a sua integração no Agrupamento de Escolas do Crato e no Jardim Infantil a Eira, entidades que já se encontram preparadas para as receber.


Joaquim Diogo, presidente da Câmara Municipal do Crato refere que «não podíamos ficar indiferentes a este conflito. Desde o primeiro momento condenámos publicamente a atuação da Rússia e assumimos o compromisso de envidar todos os esforços que estivessem ao nosso alcance para contribuir ativamente para encontrar uma solução, um futuro para estas pessoas» e acrescenta que «para a nossa região é fundamental recebermos novas famílias, mas queremos que tenham condições para reconstruir as suas vidas e fixarem-se onde tiverem melhores oportunidades. Daremos o nosso melhor para os integrar e que vejam no Alto Alentejo um futuro com qualidade de vida».

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