O Bem-Amado Plátano do Rossio de Portalegre

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Faz 183 anos. Em 1838 (ou 1848, não há um consenso exato quanto à data), o Doutor José Maria Grande, um afamado botânico, plantou, no fim do seu Jardim, o Plátano. A árvore viveu e sobreviveu, sendo hoje um dos maiores ícones da cidade de Portalegre.

Em cada ramo, uma história. Em cada folha, um desabafo. No seu tronco, estão guardados todos os acontecimentos importantes da cidade. Da imponência dos seus mais de 25 metros de altura, o Plátano, da espécie platanus híbrida e o maior da Península Ibérica, ganhou o Concurso da Árvore Portuguesa do Ano 2021 e ficou em 4ºlugar no Concurso Árvore Europeia do Ano 2021. Importa referir e relatar as características do ex-libris de Portalegre, mas nos acontecimentos que circundaram o Plátano é que vive a história desta árvore, desde relatos políticos, a missas, mercados e até ao nascimento de um bebé. Falar de Portalegre e não falar do Plátano é algo muito improvável de acontecer, para além de ser uma árvore, pela sua majestosa grandiosidade, extremamente apelativa aos olhos de quem passa pelo Rossio.

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