O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 254,11 euros, menos 1,86 euros que na semana anterior. Depois de se ter verificado uma subida na semana anterior (em termos de valor), o preço do cabaz volta a registar uma ligeira descida.
Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 12,28 euros (menos 5,08%). Há um ano, comprava-se exactamente os mesmos produtos por menos 11,66 euros (menos 4,81%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 66,41 euros (uma diferença de 35,38%).
Entre 16 e 23 de Setembro, a batata vermelha registou um aumento de 11% para 1,40€/kg, os cereais de fibra subiram 8% para os 4,17 euros e o arroz agulha registou um acréscimo de 8% para os 1,60 euros, sendo os três produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior.
Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (29% custando actualmente 20,70 euros/kg), o tomate chucha (29% custando actualmente 2,75 euros/kg), e o arroz carolino (24% o que se reflecte num custo de 1,79 euros/kg).
Desde que a DECO PROteste iniciou esta análise, a 5 de Janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (116% para 12,58 euros/kg), o bacalhau graúdo (95% para 20,70 euros/kg) e a couve-coração (92% para 1,91 euros).