O preço do cabaz de produtos alimentares essenciais voltou a aumentar na última semana, passando a custar 255,26 euros, de acordo com a monitorização semanal da DECO PROteste. O valor representa uma subida de 0,52 euros face à semana anterior.
Desde o início do ano, o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 13,34 euros mais caro, correspondendo a um aumento de 5,55%. Face a Setembro de 2025, a diferença é de 14,61 euros, ou 6,07%.
A evolução dos preços é ainda mais expressiva quando comparada com o início da análise da DECO PROteste, em Janeiro de 2022. Nessa altura, o cabaz custava menos 67,56 euros, uma diferença de 35,99%.
Entre 2 e 9 de Setembro, o maior aumento percentual foi registado pelo carapau, cujo preço subiu 23%, para 5,46 euros por quilo. Seguiram-se a curgete, com uma subida de 20%, para 2,15 euros, e o atum em posta em azeite, que aumentou 17%, para 2,21 euros.
Carapau lidera também subida anual
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o carapau volta a destacar-se, com uma subida de 43%, custando actualmente 5,46 euros por quilo. O robalo encareceu 30%, para 10,48 euros/kg, enquanto o bacalhau graúdo aumentou 26%, para 20,06 euros/kg.
Desde Janeiro de 2022, os maiores aumentos acumulados verificam-se na carne de novilho para cozer, que subiu 101%, para 11,72 euros/kg, e no bacalhau graúdo e na couve-coração, ambos com aumentos de 89%, atingindo actualmente 20,06 euros/kg e 1,88 euros, respectivamente.